quinta-feira, 10 de março de 2016

10/03/16 - Edificando corretamente a Fé ...

De um curso intitulado Aprendendo a Aprender correlacionei a metodologia aplicada a aquisição de conhecimento com a construção da Fé:

A edificação do conhecimento, para ser eficiente, duradoura e sem procrastinação (adiamento), deve ser realizada: de forma contínua, em pequenas dosagens, alterando entre períodos de concentração (focado) e de relaxamento (difuso), com revisões periódicas, buscando sempre que possível exercitar o conhecimento adquirido em discussões em grupo de amigos, onde um critica construtivamente o outro.

A edificação da Fé para ser verdadeira, que promova a Salvação e sem faltas (pecados e esquecimento), deve ser realizada: continuamente (regozijar-se sempre, orar sem cessar, glorificar e exaltar à Deus em tudo e dar Graças em todas as situações), ler as escrituras atentamente (sem distrações) e buscado revelação nas obras de Deus (contemplação), recorrer à Bíblia e ao Espírito Santo todos os dias, e praticar de forma obediente todos os ensinamentos tanto em pensamentos, atos e palavras através da evangelização, quando, com a orientação de Deus, iremos repreender irmãos, trazer luz à escuridão que alguns podem estar passando e levando salvação a quem desejar.

As similaridades existem e como de tudo devemos reter o que é bom, achei válido esse pensamento que se segue ...

De uma estória contada em sala de aula:

Um professor questiona a turma sobre uma situação problema sequenciada:

Pede a turma que observem um vaso sobre a mesa, e questiona se o mesmo estava cheio ou não!
Alguns respondem que sim, cheio de ar!
Ele responde que estão incorretos e despeja pedregulhos dentro até a borda e mais uma vez pergunta.
A resposta de poucos é que agora estava cheia de pedras!
Ao que ele coloca pedras menores e sacode até preencher os espaços vazios e questiona novamente.
Apenas um diz que está cheio!
Desta vez ele acrescenta areia até encher completamente o vaso, outra vez pergunta!
Ninguém mais se atreve a responder ...
Então ele derrama lentamente água no vaso até transbordar, e mais uma vez pergunta à turma.
Todos respondem uníssono que sim, estava completamente cheio!
E o professor acena e pergunta então qual era a moral da história ...
Alguns dizem, que por mais que se ache que o vaso está cheio, há sempre alguma forma de colocar mais alguma coisa dentro.
Porém o professor contesta e diz que a resposta certa está na sequencia, de que se tentassem colocar de outra forma não seria possível colocar alguns dos itens.

Esta estória é contada para que as crianças e adolescentes compreendam que para se tornarem adultos/cidadãos plenos é necessário um crescimento físico, psicológico, espiritual e social gradativo e completo, uma fundação adequada para depois continuar a edificação dos indivíduos ... as premissas mostram então suas importâncias para que a estrutura construída seja forte, duradoura e completa, como feixes de bambus amarrados uns aos outros, podendo resistir a todas as intemperes ...
Mas há algo que ficou perdido nesse contexto ... a necessidade de se retirar o ar que antes estava no vaso! O processo é natural, acontece sem que seja percebido, mas é necessário fazer esse "sacrifício".

Desta forma observei-me e compreendi que é ESTRITAMENTE necessário me esvaziar do "ar" antigo que ocupava o meu, que foi inserido "naturalmente" ao longo da minha existência, que eu tolamente permiti que entrasse sem consciência, coerência, criticidade ... o problema maior é que esse "ar" tinha contaminantes, venenos que estavam se arraigando dentro de mim e me destruindo ... Assim, para poder construir corretamente o ser que deverá ser agradável à Deus, devo vigiar o que vai fazer parte de mim, tomar consciência e buscar me edificar na Fé de forma correta às primícias de Deus!

sábado, 5 de março de 2016

05/03/2016 - Tribunal de Deus ...

A Igreja foi conclamada a buscar a justiça de Deus!
Esse clamor surtiu um efeito muito forte em mim ... buscar o julgamento de Deus sobre minhas situações em que humanamente eu não prevaleceria, ou porque aceitei que me nomeassem (preguiçoso, atrapalhado, esquecido, tolo, não pontual, não cabra safado, inconstante, procrastinador, vazio, etc.), ou porque me conduzi a um conhecimento e lógicas falhas que não eram agradáveis à Deus e que provocavam pensamentos e atitudes tolas. Agora, com a força renovada na confiança que Deus será meu juiz, sinto-me mais corajoso, animado, confiante para vencer cada maldição lançada contra mim ...
Meus pensamentos, vontade e visão estão todos focados em Deus, agora é combater as atitudes perniciosas a esse propósito e agir sempre consagrando tudo à Ele.